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sexta-feira, janeiro 30, 2026
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Negócios

Tendências que moldarão o consumo do brasileiro em 2026

De Redação SuperHiper 20 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O mercado brasileiro de bens massivos de consumo chega a 2026 em um momento de transformações profundas. Embora o volume revele estabilidade, mudanças estruturais estão ocorrendo no comportamento de compra, na composição das famílias, nas prioridades de saúde e bem-estar e no papel das marcas no dia a dia dos consumidores.

Não se trata de tendências isoladas, mas de um rearranjo estrutural que exige das marcas leitura precisa, velocidade e capacidade de antecipar comportamentos.

Confira as dez tendências essenciais para orientar decisões e gerar valor consistente em 2026:

1. Estabilidade com novas dinâmicas

O setor de bens massivos de consumo deve registrar volume praticamente estável (-0,2%) em 2026, apesar do aumento da renda disponível com a nova tabela do Imposto de Renda, que isenta contribuintes com rendimento de até R$ 5 mil. Mudanças comportamentais, como maior frequência de visitas ao ponto de venda (+12,8%) e menor número de itens por compra (-10,4%), reforçam a necessidade de adaptação das marcas.

2. Menos crianças, mais longevidade – e filhos de quatro patas

O País vive uma transformação nas composições familiares. O público sênior concentra 16% do gasto em bens massivos de consumo, com crescimento de 9% – acima dos 5% nos demais domicílios. Lares com apenas um filho representam 32% do faturamento da cesta, enquanto a presença de pets ganha relevância, uma vez que casais sem crianças respondem por 41% do mercado de alimentos para animais, com gasto médio 10% acima da média.

3. Qualidade de vida como novo status

Licenças médicas por ansiedade e depressão cresceram 68% entre 2023 e 2025. Com isso, saúde mental, equilíbrio e rotina sustentável passam a guiar decisões de compra. Em 2026, produtos que entreguem bem-estar físico e mental, com propósito e benefício real, tornam-se diferenciais competitivos.

4. Entre saudabilidade e pós-uso de GLP-1

Enquanto 46% dos consumidores buscam reduzir o açúcar, a utilização de GLP-1 altera hábitos, minando o tamanho das porções. Antes das “canetas emagrecedoras”, os brasileiros não usuários consumiam 44% mais alimentos; após iniciarem ou considerarem a utilização desses produtos, essa diferença caiu para 20%. A oportunidade está em escalar produtos saudáveis acessíveis ao mesmo tempo em que se desenvolvem linhas premium com nutrição essencial e porções inteligentes.

5. Funcionalidade, socialização e indulgência consciente

Produtos funcionais, bebidas sem ou com baixo teor alcoólico e indulgências premium crescem impulsionados por benefícios tangíveis. Bebidas proteicas, com penetração de 5% em 2023 para 13% em 2025, e cervejas 0% álcool, de 10% para 15%, evidenciam a demanda por conveniência, prazer sem culpa e funcionalidade.

6. Autocuidado como rotina essencial

O autocuidado deixou de ser luxo e se tornou hábito. Prova disso é que os perfumes cresceram 15% em consumo, impulsionados pelas classes D e E. Isso sem contar que os brasileiros passaram a usar, em média, seis categorias de higiene & beleza por semana. Produtos premium, embalagens maiores e kits temáticos ampliam frequência e tíquete médio, consolidando o consumo diário.

7. Limpeza sofisticada

Produtos para o lar evoluem para proporcionar praticidade e bem-estar. Limpadores perfumados, multiúsos e soluções concentradas substituem receitas caseiras e já alcançam 93% dos lares brasileiros – avanço de 4 pontos percentuais em um ano –, refletindo a busca por eficiência e experiência positiva na limpeza.

8. Mais que multicanal

O consumidor brasileiro navega por oito canais em média e faz 24 compras de abastecimento por ano. No e-commerce de bens de consumo massivo como um todo, os pedidos on-line crescem 13,8%, impulsionados pelo social commerce – duas em cada cinco compras são feitas via WhatsApp. Já no segmento de delivery de alimentos e bebidas, a frequência mensal é alta, com penetração de 77%, e o tíquete médio chega a ser quase três vezes maior do que nos canais não digitais. Essa fragmentação exige integração dos serviços e experiências diferenciadas por parte das marcas.

9. Presentes sazonais

Celebrações, como Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia dos Namorados, impulsionam categorias tradicionais e oferecem oportunidade para kits temáticos, ampliando relevância ao longo do ano. Nesse sentido, mais de 60% dos brasileiros receberam produtos das categorias higiene & beleza e chocolates como presentes.

10. Paixão pelo esporte

O futebol segue movimentando hábitos e consumo. Durante a Copa do Mundo 2026, o tíquete médio deve crescer 12%, impactando snacks, bebidas e conveniência. Já as apostas esportivas, presentes em 50% dos lares, ampliam oportunidades de engajamento e experiências de consumo ligadas à emoção do torcedor.

Os dados acima têm como fonte a Worldpanel by Numerator, empresa global que analisa dados de consumo representando quase 6 bilhões de consumidores em mais de 50 mercados, oferecendo uma visão multidimensional de como as pessoas pensam, compram e consomem.

20 de janeiro de 2026 0 Comentários
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Negócios

Sam’s Club ultrapassa 4 milhões de sócios no Brasil

De Redação SuperHiper 20 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O Sam’s Club Brasil ultrapassou 4 milhões de sócios no país, consolidando um crescimento acelerado no varejo nacional. Desde setembro de 2024, a rede adquiriu 595 mil novos membros, ampliando em ritmo recorde uma base que já havia avançado 90% desde 2022, quando a operação foi integrada ao Grupo Carrefour Brasil após a aquisição do Grupo BIG.

Impulsionado por uma Black Friday de forte resultado, expansão física e maior maturidade da operação, o desempenho reforça a consolidação do modelo de clube de compras no Brasil. Com 58 unidades em funcionamento e estratégia focada em oferecer ao consumidor uma experiência exclusiva e curadoria de produtos nacionais e importados, o formato se tornou um dos mais relevantes dentro do Grupo Carrefour Brasil, no que se trata de estratégia de relacionamento com o cliente.

Com base 100% identificada, o Sam’s Club utiliza dados de comportamento, como frequência de compra, categorias preferidas e hábitos de consumo, para personalizar ofertas, comunicações, jornadas e oferecer uma curadoria diferenciada. A estratégia amplia o engajamento e fortalece o relacionamento por meio de canais como e-mail, WhatsApp e redes sociais.

A Member’s Mark, marca própria exclusiva do Sam’s Club, também tem papel essencial no crescimento. Com foco em alta qualidade e preço competitivo, se tornou um pilar de fidelização. Segundo dados da companhia, 81% dos sócios estão satisfeitos com a variedade de itens Member’s Mark, e 9 em cada 10 associados incluem ao menos um produto da marca no carrinho. No Brasil, são cerca de 800 SKUs, abrangendo alimentos, bebidas, limpeza, utilidades domésticas e cuidados pessoais.

Mudança no perfil do sócio

Ao longo de três décadas no Brasil, o Sam’s Club observou uma evolução significativa no perfil de seus associados. Antes concentrada majoritariamente na classe A, a base passou por um processo de diversificação após a integração ao Grupo Carrefour Brasil.

Com a atualização da proposta de valor e ofertas mais acessíveis, o clube registrou um aumento de 46% em 2 anos na participação de consumidores das classes B e C em sua base de sócios, reforçando o avanço do modelo de clube de compras para um público mais amplo. Atualmente, 56% dos sócios são mulheres e a idade média é de 47 anos.

20 de janeiro de 2026 0 Comentários
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Consumidor

Dia do queijo: produção deve manter crescimento anual de 2%

De Redação SuperHiper 20 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O Dia Mundial do Queijo, comemorado nesta terça-feira (20), chega com estimativa de manutenção no índice de crescimento da produção em 2026 de 1,5% a 2%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq). Ou seja, manter o mesmo patamar previsto para 2025 e, assim, atingir um volume de 1,44 milhão de toneladas.

Porém, o ano promete literalmente mexer com a categoria devido ao recente acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), assinado no sábado (17). Isso porque ele prevê uma proteção contra imitações de alguns alimentos que são considerados tradicionais dos países que compõem os dois blocos e propriedade intelectual deles. Essa proteção é a chamada indicação geográfica (IG). O Brasil, por exemplo, tem 37 produtos com indicação geográfica na lista do acordo. Entre eles estão a cachaça e o queijo Canastra.

Já na lista da União Europeia entram queijos como parmesão e gorgonzola. Esses itens constam na versão final do acordo divulgada pelo governo em dezembro de 2024.

O registro é dado por cada país, conforme suas próprias leis, a produtos ou serviços que são característicos de seu local de origem. Para entrar no acordo, a Estado precisa solicitar o acréscimo do item na lista de proteção.

A fiscalização para prevenir fraudes cabe a cada país membro dos blocos. Eles devem combater produtos enganosos, tanto os que não vêm do local de origem, mas usam o mesmo nome, quanto os fabricados na região, mas fora das regras. Também será proibido usar termos como “tipo”, “estilo”, “imitação” ou “semelhante” nas embalagens.

Por outro lado, o acordo prevê exceções. Elas valem para casos específicos em que o nome do produto é amplamente usado, sem relação direta com o local de origem do alimento protegido.
Essas exceções acontecem de duas formas. Veja a seguir.

Para empresas específicas

Nesse caso, o termo pode continuar a ser usado pelas empresas que já têm a marca registrada. Porém, há condições: elas não podem fazer referência à indicação geográfica, seja por meio de imagens, bandeiras, nomes, entre outros. Por exemplo, o queijo italiano “Parmigiano Reggiano” não impedirá que o termo “parmesão” seja usado no Brasil, contanto que o produto não se passe pelo do outro país. A mesma regra vale para os queijos gorgonzola, fontina, grana e gruyère.

O documento lista as empresas autorizadas a continuar usando esses nomes, de acordo com as condições previstas para cada produto. Essas marcas terão um prazo de 12 meses, após a entrada em vigor do acordo, para se adaptar às novas regras.

Com prazo determinado

Nessa exceção, o nome poderá continuar sendo usado por um prazo máximo, contado a partir da validação do acordo. Para isso, a embalagem precisa indicar a localização geográfica da fabricação, por exemplo, dizendo que o produto foi feito no Brasil.

Veja quais queijos entram neste caso e os prazos para a adaptação:

Cinco (5) anos: Pont-l’Évêque; Reblochon ou Rebleusson; Asiago e Taleggio.

Sete (7 ) anos: Feta; Roquefort e Saint-Marcellin.

Ações especiais

Em paralelo, para celebrar a data, a Queijos Scala aposta em ativações nas redes sociais, em pontos de venda, no e-commerce e no relacionamento com o food service para reforçar seu portfólio e ampliar conexão com consumidores e clientes.

“O Dia Mundial do Queijo é uma oportunidade estratégica para reforçarmos a presença da Scala no dia a dia dos brasileiros e mostrarmos como nosso portfólio é versátil e pode estar presente em todas as ocasiões, do consumo em casa à experiência fora do lar. Iniciar 2026 com uma ação integrada como essa reforça nosso compromisso com a marca, com nossos clientes e com o consumidor final”, afirma a diretora administrativa da companhia, Maria Cerchi.

Até 23 de janeiro, a empresa promove ação especial em seu e-commerce, com frete grátis e brinde nas compras acima de R$ 179. Nas redes sociais, a marca realiza “collab” com o influenciador Gui Marques, que irá preparar uma receita prática utilizando os queijos da marca.

No varejo, a campanha envolve degustações em lojas estratégicas e a continuidade da promoção “Na compra de 2 produtos Scala, leve uma tábua”, ampliando a visibilidade da marca no ponto de venda e incentivando a experimentação.

Com informações do G1

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Gente

Grupo Zonta aposta em universidade corporativa para enfrentar escassez de mão de obra

De Redação SuperHiper 19 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Em um contexto de pleno emprego na Região Sul e de crescente dificuldade para contratar profissionais no varejo, o Grupo Zonta encontrou no desenvolvimento interno uma estratégia para reter profissionais. Ao longo de 2025, 1.243 colaboradores foram promovidos em lojas, indústrias e áreas corporativas, movimento impulsionado pela atuação da UniZonta.

As promoções ocorrem em diferentes níveis da operação, de funções de entrada a posições de liderança, e são resultado de um modelo estruturado de formação, avaliação de desempenho e acompanhamento das lideranças. A iniciativa reduz a dependência do mercado externo, amplia a retenção de talentos e cria uma base contínua de profissionais preparados para assumir novas responsabilidades.

“Com um mercado de trabalho cada vez mais apertado, especialmente no Sul, investir em desenvolvimento deixou de ser apenas uma política de RH e passou a ser uma necessidade estratégica. A UniZonta nos permite formar pessoas alinhadas à nossa cultura, preparar sucessores e oferecer perspectivas reais de crescimento, o que fortalece a retenção e reduz a rotatividade”, afirma Charmoniks Heuer, gerente de RH do grupo.

Segundo a executiva, a universidade corporativa conecta capacitação diretamente às oportunidades internas. “Os programas são pensados para atender demandas concretas do negócio. O colaborador sabe o que precisa desenvolver para avançar na carreira e a empresa ganha profissionais mais preparados para assumir funções estratégicas sem depender exclusivamente de novas contratações”, explica.

Para o presidente do grupo, Pedro Joanir Zonta, o investimento contínuo em pessoas acompanha o ritmo de crescimento da empresa. “Estamos em franca expansão, com investimentos constantes na abertura de novas lojas, o que aumenta significativamente a demanda por líderes. Isso gera muitas oportunidades internas, porque o nosso objetivo sempre foi valorizar quem cresce junto com a empresa e promover um ambiente de desenvolvimento contínuo”, afirma.

A UniZonta atua por meio de escolas voltadas à qualificação técnica, formação de lideranças, cultura organizacional, diversidade e qualidade de vida. “O modelo consolida o desenvolvimento de pessoas como um dos principais pilares da estratégia de RH do Grupo Zonta”, completa Charmoniks.

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Consumidor

Formato especializado em “alimentação inclusiva” conquista paulistanos

De Redação SuperHiper 19 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Por Giseli Cabrini

Itens destinados a pessoas com restrições alimentares ou que seguem dietas específicas ganham cada vez mais espaço na maioria das redes varejistas, bem como nas gôndolas de algumas bandeiras de atacarejo. No entanto, o varejo alimentar se diversifica a cada dia. E um novo formato de loja especializada nesses produtos, que atua tanto com espaços físicos quanto no canal digital, tem conquistado quem vive na cidade de São Paulo. Trata-se do Empório Quatro Estrelas.

De mãe para filha, de geração em geração, o Empório Quatro Estrelas é uma marca construída por mulheres desde sua origem em 1992, com a inauguração no Mercado Municipal da Lapa, no Dia Internacional da Mulher. Desde sua concepção, o negócio é dedicado a atender um público com diferentes restrições alimentares e intolerâncias, estilos de vida e preferências individuais. Nele, os clientes encontram produtos a granel, sem glúten ou lactose, zero açúcar, veganos, vegetarianos, low carb e suplementos.

Por isso, o Empório Quatro Estrelas se dedica a acompanhar as principais tendências sobre alimentação saudável no Brasil e no mundo, a fim de oferecer a cada visita uma descoberta de sabores, ingredientes e produtos inovadores. E, assim, seu portfólio está em constante renovação. São 8 mil produtos em loja, incluindo bacalhau. Duas unidades físicas ficam no Mercado Municipal da Lapa (boxes 104 e 107), além de uma loja-conceito na Pompeia. Há também o e-commerce que entrega para todo o Brasil.

Sócia do Empório Quatro Estrelas, Bruna Villar. Foto: Divulgação

Em relação ao mix, segundo uma das sócias, Bruna Villar, o carro-chefe está nos produtos a granel, porém a variedade de produtos veganos é o que diferencia o negócio. Quanto ao público, o destaque fica por conta de mulheres entre 20 e 40 anos, que cuidam da saúde e bem-estar da família.

Sobre os canais, segundo Bruna, as lojas físicas e a operação on-line performam de forma semelhante: 60% e 40%, respectivamente. As vendas on-line começaram em 2014 com objetivo de expandir saúde e bem-estar, bem como levar mais variedade de produtos para todos. “A loja on-line é uma vitrine. Muita gente vai à unidade física porque conheceu a gente pelo e-commerce. Nosso foco é fortalecer o e-commerce e ampliar o alcance da operação digital, com investimentos contínuos em logística e tecnologia”, explica Bruna.

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Gente

Oxxo homenageia heróis da madrugada

De Redação SuperHiper 19 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Para reforçar sua presença junto a quem mantém a cidade em movimento durante a madrugada, o Oxxo, mercado de proximidade, acaba de lançar uma nova campanha que homenageia profissionais que trabalham à noite, representados por uma enfermeira, motorista de app e motoboy. Pessoas reais foram convidados a compartilhar suas experiências, desafios e histórias de quem vive a rotina intensa no período noturno. A ação foi criada pela agência Mestiça e produzido pela produtora Órix Media House.

O vídeo homenageia profissionais que desempenham papéis essenciais em uma cidade agitada, seja cuidando de pessoas, garantindo deslocamentos ou fazendo entregas que não podem esperar o amanhecer e reforçando o papel de Oxxo estar sempre perto para salvar eles com um café quentinho, bom ponto de apoio no meio da noite e uma comida para sua rotina corrida.

“Essa campanha é uma forma de reconhecer quem mantém a cidade funcionando durante a madrugada, enfrentando desafios e rotinas que muitas vezes passam despercebidos. Ao trazer histórias reais, reforçamos o compromisso do Oxxo de estar sempre perto pra salvar, próximo também de quem vive esse ritmo intenso com propósito e dedicação’’, comenta a head de marketing e comunicação externa do Oxxo, Camila Assis.

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Lançamentos

Melitta apresenta café gourmet “Torra da Rainha”

De Redação SuperHiper 19 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

A Melitta comunica o lançamento do novo café gourmet Melitta Torra da Rainha, uma edição limitada criada em colaboração com a série Bridgerton, da Shondaland e Netflix. A collab une dois mundos que compartilham rituais, histórias e momentos especiais, transformando o simples ato de preparar uma xícara em um momento inspirado pelo universo Bridgerton.

Em sintonia com o clima romântico da produção, a Melitta apresenta o Café Gourmet Torras da Rainha, em embalagens coloridas e colecionáveis. Com notas de caramelo e nozes com uma acidez delicadamente cítrica, o café oferece uma experiência sensorial memorável. Cada detalhe, do sabor ao design das embalagens, transforma o momento do café em um ritual digno da realeza, elegante, prazeroso e cheio de significado.

“Bridgerton é uma série que celebra conexões, emoções e o poder das histórias, o mesmo território em que Melitta se conecta com as pessoas. Essa parceria une dois universos que compartilham a paixão por experiências marcantes e pela beleza dos rituais cotidianos”, destaca a gerente de grupo Cafés da Melitta, Denise Ritur.

A edição limitada conta com três variações visuais de embalagem, inspiradas nos símbolos da série, convidando os fãs a colecionarem e celebrarem o encantamento de cada detalhe. O design traz elementos da era regencial reinterpretados com um toque contemporâneo, em tons que evocam romance, elegância e sofisticação – marca registrada do universo Bridgerton.

A parceria reforça o movimento de se conectar a diferentes expressões de entretenimento e cultura, aproximando o café de momentos que inspiram prazer, conversa e conexão. O lançamento amplia a presença da linha de cafés gourmet da marca e fortalece o vínculo com seu público, mostrando que o café também pode ser parte das histórias que nos encantam no dia a dia.

Como parte da estratégia de engajamento, a Melitta também incluiu cartas colecionáveis dentro das embalagens, com mensagens e curiosidades que aproximam os fãs da série e reforçam a conexão entre o universo Bridgerton com o café fresquinho Melitta. A iniciativa promete gerar conversas e despertar o desejo de colecionar todas as versões. Disponível por tempo limitado, a edição especial poderá ser encontrada em breve nos principais pontos de venda do país e no e-commerce da marca.

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Negócios

Sommelier do Supermercados Guanabara dá dicas de vinhos para o verão

De Redação SuperHiper 19 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Com a chegada dos dias quentes do verão, o consumo de vinhos e espumantes ganha novas características. Leveza, frescor e menor graduação alcoólica passam a ser critérios fundamentais para a escolha dos rótulos. É o que explica o sommelier Dionísio Chaves, responsável pela curadoria das adegas da rede de Supermercados Guanabara. A marca acaba de renovar o espaço de bebidas, com ampliação e a chegada de rótulos exclusivos.

Para Dionísio, com os termômetros acima da média, o segredo está em selecionar rótulos certos que respeitem a estação e tragam prazer à mesa.

“Para o verão, a melhor escolha são os espumantes mais leves e refrescantes, como os feitos pelo método Charmat. Nesse processo, o vinho fica menos tempo em contato com as leveduras, o que garante um perfil mais fresco, com bolhas mais vivas e sabor fácil de agradar. Mas mesmo entre os de método tradicional (onde a segunda fermentação ocorre dentro da própria garrafa), a dica é optar por rótulos que passam menos tempo em contato com as leveduras. Isso irá manter a leveza, o frescor e a sensação refrescante, características que são ideais para os dias mais quentes”, explica o sommelier.

Dionísio aponta ainda que, para quem não abre mão de vinhos tintos, as uvas Pinot Noir, Gamay e Cabernet Franc funcionam bem. Algumas regiões produtoras se destacam: “No Chile, as áreas mais próximas do Oceano Pacífico, como Casablanca, San Antonio e Vale de Malleco, além da Patagônia argentina, são ótimos exemplos da América do Sul. Elas produzem vinhos mais leves graças à influência da brisa marítima, da Cordilheira dos Andes e das geleiras. Já na Europa, o norte da Itália, com uvas como Arneis, Cortese e Pinot Grigio, além do Vale do Loire, na França, são excelentes referências”, enumera Dionísio Chaves.

E se a programação for um dia à beira do mar ou da piscina, a recomendação é clara: os espumantes brancos e aromáticos são excelentes opções. “Vinhos como Torrontés, da Argentina, ou Sauvignon Blanc, do Chile, harmonizam muito bem com pratos leves e têm uma graduação alcoólica mais baixa, o que é ideal para o fim da manhã. Rosés também são sempre muito bem-vindos nesse contexto de sol e calor”, destaca o sommelier.

Em dias de calor, quando o cardápio precisa apostar em saladas, peixes, frutos do mar e preparações mais leves, Dionísio reforça a regra básica da harmonização: pratos leves pedem vinhos leves. Por isso, ele indica uvas como Sauvignon Blanc, Mauzac, Arneis, Pinot Grigio e Grillo, que entregam frescor, e combinam perfeitamente com as refeições.

A temperatura para o consumo é outro ponto crucial nos dias quentes. “Brancos devem ser servidos entre 8 °C e 10 °C, o que normalmente pede de 2h a 3h dentro da geladeira. Espumantes ficam melhores entre 6 °C e 8 °C, com 3h a 4h de refrigeração. Já os rosés devem chegar a 10 °C e 12 °C, o equivalente a 2h gelando. Por fim, os tintos leves ficam mais agradáveis por volta de 14 °C, alcançados com uns 45 minutos no frio”, diz Dionísio.

Confira abaixo uma lista de 20 rótulos indicados por Dionísio Chaves para o verão:

  • Vinho branco francês Le Perlé L’Original 750ml
  • Vinho branco francês La Rose Gadis 750ml
  • Vinho branco italiano Collina San Ponzio Roero Arneis 750ml
  • Vinho branco italiano Lamelia 750ml
  • Vinho branco italiano Le Pianure Pinot Grigio 750ml
  • Vinho branco português Chapéu do Louco 750ml
  • Vinho rosé francês Mini M! Mediterranée 750ml
  • Vinho rosé francês Les Terrasses D’Ardèche 750ml
  • Vinho rosé francês Demon Noir Malbec Gamay 750ml
  • Vinho rosé italiano Tiverso 750ml
  • Vinho rosé português Censurado 750ml
  • Espumante rosé francês Cuvée Laurent Brut 750 ml
  • Espumante branco francês Cuvée Laurent Maison Breban 750 ml
  • Espumante branco argentino Mumm Cuvée Reserve Demi Sec 750 ml
  • Vinho tinto chileno Casa Viva Reserva Pinot Noir 750ml
  • Vinho tinto chileno Loma Larga Pinot Noir 750ml
  • Vinho tinto francês Cuvée Dissenay Pinot Noir 750ml
  • Vinho tinto francês Bourgogne Cotes D’Auxerre 750ml
  • Vinho tinto espanhol Pecatis Tuis Tempranillo 750ml
  • Vinho tinto italiano Rosso Di Montalcino 750ml

Para atender aos mais diferentes perfis, bolsos e paladares, a rede de Supermercados Guanabara renovou as suas adegas, ampliando e qualificando ainda mais o portfólio de bebidas. Hoje, a marca conta com mais de 500 rótulos de vinhos e espumantes nacionais e importados, sendo 300 exclusivos, permitindo ao consumidor encontrar desde opções clássicas até rótulos diferenciados, ideais para aproveitar o verão com sabor e leveza.

As lojas da rede Guanabara funcionam das 7h às 22h, de segunda-feira a sábado, e das 7h às 18h, aos domingos, exceto as unidades da Barra da Tijuca, Campo Grande (Rio do A), do Recreio dos Bandeirantes, de Niterói e São Gonçalo, que ficam abertas até as 20h.

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Lançamentos

Temperatta lança linha de molhos cremosos

De Redação SuperHiper 19 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

A Temperatta acaba de lançar sua linha de molhos cremosos, composta por dez sabores desenvolvidos para acompanhar a rotina da cozinha brasileira com mais praticidade e versatilidade. A novidade dialoga diretamente com o crescimento do mercado de molhos prontos no país, impulsionado pela busca por conveniência, variedade de sabores e soluções que facilitem o preparo das refeições sem abrir mão do sabor.

A linha chega com os sabores Alho com Pimenta, Alho Frito, Alho Defumado, Alho com Ervas Finas, Alho Amanteigado, Picles, Cebola, Alho e Salsa, Pimenta Verde, Alho com Lemon Pepper e Tomate Seco. As combinações foram inspiradas na culinária do dia a dia, somadas a tendências gastronômicas ligadas a churrascos, hambúrgueres, sanduíches, wraps e pratos rápidos.

“Os molhos cremosos Temperatta nasceram da união entre conveniência, inovação e segurança alimentar”, explica a responsável técnica da Temperatta, Jéssica Carvalho. “O consumidor quer algo pronto, mas que sirva como acompanhamento, base culinária e também como toque final para diferentes pratos, e foi exatamente isso que buscamos entregar com essa linha”, completa.

Segundo Jéssica, os molhos podem ser usados com carnes, frangos, hambúrgueres, sanduíches, wraps, legumes, massas, batatas, arroz e grelhados, funcionando como um curinga na cozinha. A proposta é que o consumidor tenha um produto pronto, mas com repertório gastronômico amplo, que ajude a variar o cardápio sem exigir grandes preparos.

Do ponto de vista de formulação, a principal diferença da linha Temperatta em relação a muitos concorrentes está no uso de ingrediente de origem láctea, e não de maionese como base. “Nossa tecnologia de formulação privilegia textura cremosa e sabor equilibrado, usando ingrediente lácteo como base em vez de maionese, o que confere um perfil sensorial próprio à linha”, detalha Jéssica.

Foco em segurança alimentar

A linha foi desenvolvida com foco em segurança alimentar, estabilidade e vida útil, com uso de tecnologia de processamento e envase adequada. Quando presentes, conservantes seguem a legislação vigente e são empregados apenas quando tecnicamente necessários para garantir a qualidade do produto até o fim do prazo de validade.

“Investimos em pesquisa, testes de formulação e análises sensoriais para chegar a uma linha que representasse bem o paladar brasileiro e, ao mesmo tempo, conectasse o consumidor às tendências de sabor que estão em alta no mercado”, afirma o CEO da Temperatta, Fernando Hott.

As inspirações transitam entre a cozinha caseira e o universo do churrasco e da cultura do hambúrguer, com combinações como alho com ervas finas, cebola, alho e salsa, alho amanteigado, alho defumado, alho com pimenta e o molho de picles. Alguns sabores, como alho frito, alho defumado e alho com lemon pepper, são apontados pela equipe técnica como diferenciais pouco explorados ou inéditos no segmento de molhos cremosos prontos.

Lançada em 2025, a linha de molhos cremosos já nasce com potencial de expansão para o canal food service, voltado a restaurantes, lanchonetes e cozinhas profissionais. “Estamos estudando formatos e embalagens específicas para esse público, mantendo o mesmo padrão de sabor e praticidade que o consumidor final encontra nas gôndolas”, conclui Hott.

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Consumidor

Sua loja está preparada para o público “N”?

De Redação SuperHiper 19 de janeiro de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Por Giseli Cabrini

Primeiro foram os Millennials. Na sequência, chegaram os Zoomers. Mas, agora, a vez é de quem veio antes deles: os “nolts” e os “nolds”. A primeira sigla vem de “New Older Living Trend”, a nova tendência de viver a maturidade. A segunda tem como origem “Never Old”, ou seja, “nunca velho”. Resumindo: existe um público acima de 40 anos, que vive entre gerações e não se identifica como jovem nem idoso. E isso representa ao mesmo tempo oportunidades e desafios para o varejo alimentar.
Importante destacar que o público acima de 40 anos chega ao varejo de duas formas: como consumidor e como colaborador. E que o avanço frenético da tecnologia pode ser ao mesmo tempo um facilitador e uma barreira.

Diante disso, a reportagem de SuperHiper foi a campo e entrevistou com exclusividade o sócio-diretor da Cherto Consultoria, Américo José da Silva Filho, sobre o assunto. O recado do especialista é claro e direto: não se trata de criar lojas ou serviços exclusivos para uma faixa etária específica. E, principalmente, correr o risco de rotular esse público como menos capaz por não estar totalmente conectado e integrado às novas tecnologias. Mas pensar em um nicho que, sim, traz novas demandas e quer se sentir devidamente acolhido e contemplado no aprimoramento da jornada de compra. “Ao fazer isso, o varejo não apenas facilita a experiência, como constrói uma relação de confiança e fidelidade de longo prazo com esse consumidor”, destaca Silva Filho. A exemplo da letra “Comida”, dos Titãs, o público “N”: “não quer só comida, mas quer a vida como a vida quer.”

Confira a entrevista:

Qual é o potencial do público nold para o varejo alimentar?
Eu entendo que se trata de um público muito especial e muito grande. Estamos falando de uma geração que já atingiu uma certa estabilidade financeira e tem maior poder de decisão. Porém, é mais exigente e faz escolhas mais conscientes. Então, ele não vai comprar somente aquilo que é mais barato. Ele já aprovou, então sabe o que é bom. Ao analisar esse público, especialmente sob a ótica do preço, fica claro que se trata de consumidores mais maduros para avaliar custo e benefício. Eles compreendem com mais facilidade a diferença entre o que é caro e barato; e sabem identificar quando uma promoção realmente vale a pena. Além disso, são consumidores que estão em um momento de redescoberta de gostos e preferências, cada vez mais atentos à saúde, ao bem-estar e à forma como pretendem seguir cuidando da própria qualidade de vida.

Na sua opinião, quais são as principais oportunidades?
Por exemplo, categorias de alimentos funcionais, orgânicos e premium são superimportantes para esse público e representam uma oportunidade muito grande de melhoria para o varejo quanto ao mix. Digo isso, porque esse público não vai às compras somente baseado na compra ou no preço, ele faz isso baseado na própria necessidade. Outro ponto que eu enxergo também como potencial é a questão da fidelidade. Esse público é muito mais fiel, não é volátil nem está preocupado em aproveitar somente as promoções. Ele quer ser bem tratado. Então, é uma ótima chance para mostrar novidades tanto em produtos como em serviços dentro do ponto de venda. Ou seja, sugestões que vão agregar algo à qualidade de vida dele, e, assim, preparar a loja para uma pessoa que quer viver mais e melhor. Um aspecto também que deve estar no radar é o relacional. Quando olhamos para esse público, pensamos muito no potencial do formato das lojas de vizinhança, onde é possível ter uma conversa mais próxima com o consumidor e entender claramente qual é o gosto desse cliente.

E os desafios?
Acredito que o principal envolve a construção de um modelo verdadeiramente híbrido, que una o digital ao atendimento humano. Não basta que as soluções sejam apenas intuitivas; elas precisam ser confiáveis e, principalmente, acompanhadas de pessoas preparadas para apoiar o consumidor. Quando existe atendimento humano, é essencial que ele seja feito por profissionais que realmente gostem de lidar com pessoas, que saibam ouvir, orientar e acolher. Isso faz toda a diferença na experiência. É comum ver situações em que consumidores dessa faixa etária aparentam estar irritados, quando, na verdade, a frustração vem da forma como foram tratados, muitas vezes, com indiferença ou falta de respeito. Pessoas entre 50 e 60 anos têm autonomia, poder de decisão e condições de consumo, e não devem ser tratadas como se fossem invisíveis ou incapazes. Ao mesmo tempo, elas não querem um tratamento paternalista ou que as coloque no papel de alguém com debilidades. Quem consegue adaptar seus espaços e sua operação para oferecer mais conforto, clareza e respeito conquista esse público. E, na maioria das vezes, essa adaptação não exige grandes reformas, mas ajustes simples, como melhor iluminação, comunicação mais clara e ambientes mais acolhedores.

Então, como o varejo alimentar pode potencializar as vendas pensando nesse grupo de consumidores em relação a:
Mix = primeiramente, é necessário pensar na questão de saúde e bem-estar. Itens com baixo teor de sódio; sem açúcar, lactose e glúten; suplementos e vitaminas. Tudo aquilo que promove a saúde, principalmente a digestiva; bem como a imunidade. Outra coisa é trabalhar produtos mais premium e com apelo voltado à indulgência. Exemplo: no lugar de um vinho mais popular, um rótulo diferenciado e que até tenha um preço mais elevado. Também é importante trabalhar itens que evocam memória e remetam ao passado: o “sabor da infância” e “o cheiro da casa da avó”.

Seções = foco em praticidade e conveniência. Oferecer porções menores uma vez que, em geral, esse consumidor deixa de comprar alimentos para abastecer a família.

Ambientação = a comunicação é um ponto fundamental. Ela precisa ser muito clara, objetiva e acessível no sentido de facilitar o trânsito dentro da loja e os benefícios dos produtos. Por exemplo, esse consumidor, em geral, tem mais dificuldade em ler letras muito pequenas. Além disso, é fundamental oferecer um espaço no qual esse público possa circular com conforto e segurança. Outra dica é verificar se o ambiente está muito barulhento a ponto do shopper se incomodar.

Atendimento e serviços = como já mencionado, é importante oferecer um atendimento mais humanizado no sentido de oferecer um suporte que facilite a familiarização desse público com a tecnologia, sem constrangimento ou julgamento. A lógica é simples: nada é “óbvio” para quem não teve contato prévio com determinadas soluções. Ensinar faz parte da experiência. Além disso, é preciso trabalhar com a questão da entrega, que precisa ser mais ágil e rápida. Muitas soluções digitais são pensadas até o primeiro obstáculo: quando surge a dúvida, o sistema deixa de ser intuitivo. O problema não está na tecnologia em si, mas na falta de alguém preparado para orientar com paciência e gentileza.

Oportunidades de trabalho = além de oportunidades de contratação, é fundamental investir em treinamento e requalificação desse público. Muitas pessoas acima dos 45, 50 ou 60 anos têm receio de dizer que não sabem algo, por vergonha ou insegurança, e acabam preferindo não perguntar. Por isso, o varejo precisa partir do princípio de ensinar desde o início, de forma prática e respeitosa, mostrando como as coisas funcionam, seja a operação de um caixa, a leitura de um código de barras ou o uso de tecnologias de autoatendimento. O grande desafio está justamente em romper o preconceito de que quem é mais velho “não é digital” ou “não aprende mais”. Aproximar essas pessoas da tecnologia, com apoio humano e uma cultura mais empática, é essencial para integrá-las plenamente à experiência de consumo e ao ambiente de trabalho.

19 de janeiro de 2026 0 Comentários
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