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ABRASLegislação

Datafolha: 2 em cada 3 brasileiros querem a volta da venda de medicamentos sem receita em supermercados

De Redação SuperHiper 27 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

Um levantamento do Instituto Datafolha, realizado a pedido da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), revelou que 2 em cada 3 brasileiros querem que medicamentos isentos de prescrição médica (MIPs) voltem a ser vendidos em supermercados. A pesquisa mostra ainda que 73% da população acredita que a medida traria mais praticidade à rotina, e 74% afirmam que não seria mais necessário manter estoques domésticos desses medicamentos. Os dados foram levantados entre os dias 8 e 11 de abril, com entrevistas presenciais, utilizando uma amostra representativa de todos os estratos da população brasileira.

Ainda segundo o Datafolha, 9 em cada 10 brasileiros (88%) avaliam que os donos de farmácia estão mais preocupados com o dinheiro que podem perder com a venda desse tipo de remédio em supermercados – isso representa cerca de 142 milhões de pessoas com 16 anos ou mais.

O debate ganha novo fôlego nesta terça-feira (27) com a realização de audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. Estarão presentes representantes da ABAAS (Associação Brasileira dos Atacadistas de Autosserviço), ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) e ABRAS, que defendem a aprovação do Projeto de Lei 2158/2023, de autoria do senador Efraim Filho (UNIÃO-PB), que regulamenta a comercialização dos MIPs em supermercados com a presença de um farmacêutico responsável técnico.

Resultados inéditos da pesquisa reforçam apoio popular

Além do apoio de 64% à liberação da venda nos supermercados, a pesquisa Datafolha também identificou:

  • 90% dos brasileiros afirmam utilizar ou ter alguém na família que utiliza medicamentos isentos de prescrição;
  • 88% acreditam que donos de farmácias se preocupam mais com a perda de lucros do que com o bem-estar da população;
  • 63% consideram que a proibição da venda em supermercados prejudica o consumidor;
  • 66% gostariam que a venda fosse novamente permitida em supermercados e mercadinhos de bairro, como já ocorreu entre 1994 e 1995, quando os preços dos medicamentos chegaram a ser reduzidos em até 35%.

Remédios mais baratos e com segurança

Os chamados MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição) são aqueles remédios destinados para o tratamento de doenças menos graves, males menores, como dor de cabeça, azia, febre, gripes, entre outros. Segundo as autoridades de saúde, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), são considerados seguros e não causam intoxicação ou dependência. Por serem considerados seguros, podem ser comercializados sem prescrição médica.

A comercialização de MIPs em supermercados não é novidade no Brasil. Entre 1994 e 1995, a prática foi permitida, resultando em queda de até 35% no preço dos medicamentos, de acordo com estudo da A.C. Nielsen. Na ocasião, não houve aumento de casos de intoxicação, segundo dados do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Segurança e regulamentação: o que muda com o PL 2158/2023

A venda de medicamentos já está condicionada à supervisão de um profissional capacitado, neste caso o farmacêutico, conforme prevê as exigências legais atuais. A proposta que está sendo discutida no Senado estabelece que, supermercados que forem vender os medicamentos isentos de prescrição, tenham farmacêuticos como responsáveis técnicos e para orientação do consumidor (que seria virtual ou presencial).

A ABRAS, ABAD e ABAAS vão além: propõem que o relator do projeto de lei, o senador Efraim Filho, inclua a obrigatoriedade da presença física de farmacêuticos nos supermercados, tal qual já ocorre nas farmácias. Os profissionais devem ser inscritos Conselho Regional de Farmácia.

É importante ressaltar que as mudanças não irão flexibilizar requisitos sanitários que já estão previstos em lei para os estabelecimentos. Ao contrário, os supermercados, inclusive, são estabelecimentos que já cumprem todos os critérios exigidos e são submetidos à vigilância sanitária.

A proposta também mantém a proibição da venda de produtos que não estejam devidamente aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Supermercados como aliados da saúde básica

O Brasil conta com mais de 420 mil lojas do setor supermercadista, que já seguem normas sanitárias rígidas e estão espalhadas em todo o território nacional. A combinação com os pontos de venda farmacêuticos pode elevar a oferta de MIPs para mais de 500 mil estabelecimentos, democratizando o acesso e beneficiando, sobretudo, os 10% dos municípios brasileiros que contam com uma ou nenhuma farmácia, segundo dados do IBGE.

Estudos mostram que, além de facilitar o acesso – especialmente em cidades com pouca ou nenhuma farmácia –, a medida pode gerar economia significativa para o sistema público de saúde. De acordo com a Indústria Latino-americana de Cuidado Responsável (ILAR), até 68% dos gastos públicos com doenças comuns poderiam ser reduzidos com o uso responsável de MIPs. Já a Fundação Instituto de Administração (FIA) estima que cada R$ 1 gasto com esses medicamentos economiza até R$ 7 ao SUS.

A venda de medicamentos sem prescrição em supermercados é prática consolidada em países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Japão e Portugal, onde regras rígidas de controle e segurança sanitária são combinadas com ampliação do acesso e liberdade de escolha para o consumidor.

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Negócios

Dia Supermercado retoma parceria no delivery

De Redação SuperHiper 27 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

Com uma loja exclusiva para pedidos via aplicativo, a rede de supermercados Dia retorna ao iFood para atender clientes da cidade de São Paulo. A operação começou nesta segunda (26), e inicialmente abrangerá um raio de oito a dez km, a partir da unidade localizada em Santo Amaro, na Zonal Sul, abrangendo mais de 120 bairros da capital paulista.

“O Dia é proximidade. Estar presente no dia a dia das pessoas, facilitando sua rotina é que nos move. A retomada da operação de delivery reforça esse compromisso, ao levar até a casa do cliente a praticidade das compras online com a economia, garantindo frescor, agilidade e economia”, afirma o CEO do Dia Supermercado, Fábio Farina.

De acordo com o executivo, a retomada da parceria é um passo importante para o novo modelo de operação da rede, apoiado em três frentes que reforçam a confiança e a qualidade percebida pelos clientes: produtos frescos todos os dias; a linha “Melhor a Cada Dia”, marca própria da rede e o Clube Dia, programa de fidelidade que oferece benefícios e promoções exclusivas.

“Esse é mais um movimento dentro do nosso projeto de expansão e de estar cada vez mais próximo do nosso cliente. Nossa missão sempre foi facilitar a vida das pessoas com uma proposta acessível, prática. E, assim, vamos unir ainda mais comodidade com economia dentro do segmento de proximidade”, destacou Farina.

Fonte: Mercado & Consumo

27 de maio de 2025 0 Comentários
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Gente

Projeto Reeducandos, do Grupo Pereira, já impactou mais de 700 apenados

De Redação SuperHiper 27 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

Em um cenário em que, apesar da legislação brasileira prever o direito ao trabalho para presos, inclusive com remuneração de 75% do salário mínimo, mais de 75% das pessoas privadas de liberdade não exercem nenhuma atividade laboral atualmente, e 43,88% não recebem qualquer tipo de remuneração, segundo dados do CNJ. Fomentar o debate sobre a reintegração social dessas pessoas é fundamental para toda a sociedade.

E foi pensando nisso que o Grupo Pereira criou em 2019 o Reeducandos, projeto da empresa supermercadista que visa a transformação social da população carceraria brasileira. Desde a sua criação, ele já conseguiu impactar mais de 700 reeducandos nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Distrito Federal, com 177 atualmente ativos em funções diversas. A iniciativa oferece vagas para presos em regime semiaberto, fechado e aberto, em áreas como manutenção de carrinhos, depósito de mercadorias, televendas, cozinha, reposição e centros de distribuição.

No Brasil, dos cerca de 670 mil detentos do sistema prisional, apenas 170 mil ocupam seu tempo com atividades produtivas, segundo o Relatório de Informações Penais (RELIPEN) referente ao segundo semestre de 2024, divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).

“No Brasil, só 25% dos detentos têm acesso ao trabalho. Isso significa que a imensa maioria está ociosa, sem chance de se preparar para um novo começo. Nós, do Grupo Pereira, acreditamos que oferecer uma oportunidade real de trabalho é uma forma concreta de mudar essa realidade. O projeto Reeducandos nasceu com essa missão: transformar o tempo de pena em tempo de reconstrução. E temos orgulho de ver isso se concretizando na vida de centenas de pessoas que já passaram por aqui”, conta o diretor de Gente e Gestão do Grupo Pereira, Paulo Nogueira.

Gabrielli Teixeira de Sá, de 31 anos, trabalha no Supermercado Comper de Campo Grande (MS). Foto: Divulgação/Grupo Pereira

Processo seletivo

A seleção dos reeducandos é feita pelas próprias instituições prisionais. A remuneração é de um salário mínimo, sem descontos, podendo receber aumento salarial por desempenho, como ocorre no Distrito Federal. Os participantes têm direito a alimentação, uniforme, transporte. E, como previsto em lei, direito à redução da pena — um dia a menos a cada três trabalhados.

A aceitação entre colaboradores e clientes tem sido positiva. “Acreditamos nas pessoas e em sua capacidade de transformação. Todos são tratados de forma igualitária”, afirma Paulo Nogueira.

O projeto já possibilitou a efetivação de 50 egressos em regime CLT, incluindo três mulheres, uma das quais foi promovida a líder em Mato Grosso do Sul. É o caso de Gabrielli Teixeira de Sá, de 31 anos, que trabalha no Supermercado Comper de Campo Grande. Começou a trabalhar como florista e sempre demonstrou interesse em aprender novas funções. Foi promovida e hoje é gerenciadora da perfumaria e bazar. Antes de ser contratada, Gabrielli fez parte do projeto Reeducandos quando estava no regime semiaberto.

“Mesmo presa, eu sempre quis trabalhar. Ficar com a mente parada, sem fazer nada, não é uma boa coisa. O que mais sinto é gratidão pela oportunidade que me deram e por acreditarem em mim e nos outros colegas que foram efetivados. Eu tinha medo de preconceito, mas fui muito bem recebida. As pessoas nunca perguntaram nada sobre minha vida”, conta Gabrielli.

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Negócios

Economart anuncia futura loja em Pouso Alegre (MG)

De Redação SuperHiper 27 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

Seguindo o seu plano de crescimento para 2025, a rede Economart Atacadista acaba de anunciar a instalação de sua futura loja em Pouso Alegre, cidade localizada na região sul de Minas Gerais.

Além de Pouso Alegre, o plano de expansão da empresa contempla mais duas unidades em 2025, declarou o diretor do Economart, Victor Alef. “Até o final do ano, a ideia nossa é inaugurar em Santo Antônio de Jesus, na Bahia; em Itabuna, também na Bahia, e em Pouso Alegre, no Sul de Minas”, informa.

Segundo Alef, os planos da empresa são de mais investimentos, mas ainda sem definir locais e datas para novas lojas. “Nosso ânimo é cada dia estar trabalhando, buscando novos negócios, fazendo novas lojas que sejam significantes para a população de cada cidade e cada bairro a ser escolhido”, afirma. “Temos nossos planos, nossos objetivos para os próximos anos. Que papai do céu continue nos abençoando”.

A rede Economart inaugurou a primeira loja em 2017 em Contagem. De lá para cá, ampliou a presença com expansão em Minas Gerais e a entrada na Bahia, onde tem seis lojas. No estado mineiro, está presente em Belo Horizonte, Contagem, Nova Serrana, Manhuaçu, Muriaé, Passos, Poços de Caldas e Ribeirão das Neves.

Fonte: redemoinho24.com e diariodocomercio.com.br

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Negócios

Além da inflação, “bets” afetam consumo em supermercados

De Redação SuperHiper 27 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

A inflação tem gerado impactos sobre a forma de consumo dos brasileiros em supermercados, porém, especialistas avaliam que esse não é o único motivo por trás do cenário mais desafiador: as apostas on-line também estão afetando o bolso e, consequentemente, os negócios do varejo alimentar. De janeiro a março, os apostadores destinaram até R$ 30 bilhões por mês às “bets”, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados em abril deste ano.

“É importante ressaltar que o dinheiro que é usado para jogar nessas casas de aposta, seria utilizado para o consumo de itens essenciais e supérfluos. Com isso, diversos supermercadistas vem registrando uma diminuição da compra de itens básicos, mas também de produtos não essenciais, como bebidas alcoólicas, iogurtes e biscoitos”, disse o especialista em gestão de supermercados, Leandro Rosadas. E acrescentou. “O baixo consumo de itens básicos já proporciona um saldo negativo, porém, esses produtos considerados ‘supérfluos’ têm uma margem de lucro maior, gerando impacto no setor.”

Para o especialista, a inflação segue apertando o bolso dos brasileiros, 58% da população já está comprando menos alimentos do que costumavam levar para casa meses atrás. Em contrapartida, uma parte significativa do dinheiro que antes ia para comida, agora está sendo destinado a apostas e aplicativos de games com recompensas. “Isso acontece uma vez que passam a sensação de ganhar dinheiro fácil, quem está numa situação apertada, precisando de dinheiro, acaba jogando para conseguir ter uma forma de renda extra.”

Dimensão e impactos

Com o segmento de apostas on-line regulado a partir deste ano, o governo ainda não divulgou dados oficiais de quanto as casas de apostas movimentam por mês. Estimativas revelaram que, em 2023 (antes da regulamentação), o setor movimentou R$ 120 bilhões por ano.

Porém, segundo um levantamento feito pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), o Brasil é um dos maiores mercados de jogos de apostas em todo o mundo. A pesquisa também mostrou que o País ocupa a terceira posição no ranking dos maiores mercados globais das “bets”, o feito aconteceu em menos de quatro anos.

Outro levantamento, realizado pela consultoria Aposta Legal, mostrou que nos três primeiros meses de 2025, os sites de “bets” registraram mais de 5 bilhões de acessos. Isso equivale a mais de 650 acesso por segundo. Para ter uma dimensão da quantidade, a frequência de visitas seria suficiente para encher o estádio do Maracanã, com seus mais de 78 mil lugares, em apenas dois minutos.

Na comparação com o trimestre anterior, a média de acessos avançou 90%. Durante o segundo semestre de 2024, o volume de acessos às casas de apostas manteve-se relativamente estável, com 2,55 bilhões no terceiro trimestre e 2,66 bilhões no quarto.

Dados do Raio-X do investidor brasileiro, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), divulgado neste mês, revelou que 23 milhões de brasileiros apostaram em 2024, cerca de 15% da população. Em 2023, eram 14%.

A aderência a “bets” no País é maior do que o de uso de muitos produtos de investimento, como títulos públicos e privados, fundos, ações, etc.

O levantamento mostrou ainda que 4 milhões consideram as apostas, como investimentos, e 3 milhões apresentam alta tendência ao vício.

CPI

As casas de apostas no Brasil estão no centro da investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado. Os parlamentares investigam eventuais conexões entre as plataformas que operam o serviço de aposta e crimes financeiros, como lavagem de dinheiro e associação criminosa, além de discutir a publicidade, que envolve entre outros muitos influenciadores digitais e celebridades.

Fonte: Portal Mirian Gasparin e Exame.com

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Internacional

Inflação nos EUA melhora vida dos produtos de marca própria

De Redação SuperHiper 26 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

Por Renato Müller

É praticamente impossível encontrar, no mercado americano, uma residência sem algum produto de marca própria do varejo. De acordo com um estudo da Numerator, 99,9% das casas do país têm adquirido produtos de marca própria, especialmente no setor supermercadista. Segmentos como saúde & beleza (99,2%), itens para casa (98,9%) e casa & jardim (98%) também têm uma forte presença.

Leia também:

  • Conheça a marca própria que já é maior que a Nike

A razão para isso? A relação custo/benefício. Com qualidade aceitável, semelhante ou até mesmo superior à dos produtos de marcas líderes, itens de marca própria do varejo são bem mais baratos. Desde 2019, segundo a Numerator, a diferença de preço médio entre itens de marca própria e de marcas líderes avançou 38% e, em média, os consumidores pagam US$ 2 por um itens de uma marca nacional do que por um produto com a marca do supermercado.

Com isso, as vendas de itens de marca própria têm crescido acima da média de suas categorias nos últimos 5 anos. Em 2020, especialmente, as vendas subiram 29%, contra 15,4% das marcas nacionais. No ano passado, o avanço foi de 2,3%, contra 1,9%.

Segundo o levantamento da Numerator, os produtos de marca própria são considerados “budget-friendly” por 65% dos consumidores, confiáveis por 33% e básicos por 31% – o que mostra que existe espaço para crescer em segmentos mais premium, já que marca própria continua sendo sinônimo de item barato.

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Negócios

Oxxo celebra a festa junina com ativações e promoções

De Redação SuperHiper 26 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

Entrando no clima de uma das festas mais tradicionais e queridas do Brasil, o Oxxo, rede de mercados de proximidade do Grupo Nós, preparou uma série de ativações para celebrar o período junino em grande estilo. Com foco na experiência do cliente e no reforço da conexão emocional com a cultura popular, as iniciativas combinam ambientações temáticas, promoções exclusivas, parcerias estratégicas e ações em pontos de venda.

Um dos destaques deste ano é o patrocínio, pelo segundo ano consecutivo, ao CTN – Centro de Tradições Nordestinas, um dos principais polos culturais de São Paulo. O espaço realiza o tradicional evento “São João de Nóis Tudim”, que traz uma extensa programação. A presença do Oxxo no evento reforça o compromisso da marca em apoiar e valorizar tradições regionais.

E para levar mais experiência e inovação ao ponto de venda, Oxxo fechou uma parceria com a Yoki, marca referência em produtos típicos juninos. A ambientação temática convida os consumidores a mergulharem na experiência das festas juninas, com produtos sazonais e promoções exclusivas. O ‘arraiá’ do Oxxo conta ainda com mais de 500 lojas com display institucional e ‘mini barracas’ temáticas em parceria com a Yoki, além de ações de mídia e a distribuição da revista promocional, com ofertas especiais para tornar a data ainda mais atrativa para os consumidores.

Além disso, durante todo o período, as unidades contarão com promoções de indústrias parceiras, como Yoki, Diageo, Bally, Coca-Cola, Heineken, Nestlé, Cepêra, Seara e Leite Sol para deixar a data ainda mais festiva para os consumidores. A curadoria de produtos sazonais e a praticidade das lojas contribuem para que o cliente encontre tudo o que precisa para montar o seu próprio arraiá em casa ou reunir amigos em momentos típicos da estação.

“Assim como o Carnaval e outras grandes datas do varejo, a Festa Junina é uma das celebrações mais emblemáticas para nós. É uma oportunidade de celebrar a cultura popular com alegria, reforçando nossa conexão com os clientes. Ativar essa data é sempre especial, porque conseguimos entregar uma experiência completa, unindo a tradição das festas juninas com a praticidade e a proximidade que fazem parte do nosso jeito de ser. As parcerias são fundamentais nesse processo e tornam tudo ainda mais relevante para a marca”, destaca a head de marketing e comunicação externa do Oxxo, Camila Assis.

Serviços
Loja Experiência – Oxxo e Yoki
Endereço: Oxxo Benedito – avenida Dom Pedro I, 1009, Guarujá, SP.

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ConsumidorNegócios

Conveniência: o fermento do consumo de bolos e pães

De Redação SuperHiper 26 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

O segmento de biscoitos, massas, pães e bolos industrializados vive um momento misto quanto ao comportamento de suas categorias. De um lado, bolos e pães industrializados mostram avanços no consumo — tanto em valores quanto em volumes — principalmente devido ao atributo conveniência, biscoitos e massas se mostram mais sensíveis a preços. É o que os dados, recém-divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), revelam no primeiro quadrimestre do ano.

Entre janeiro e abril deste ano, a Cesta Abimapi registrou um faturamento de R$ 19 bilhões, avanço de 2,7% em relação a igual período de 2024, segundo dados da NielsenIQ.

O maior avanço percentual foi apurado pela categoria de bolos industrializados, com faturamento de R$ 900 milhões no quadrimestre — um crescimento de 12,5% frente aos R$ 800 milhões registrados no ano anterior. O volume também aumentou significativamente: 21 milhões de toneladas, aumento de 8,8%.

Na sequência, os pães industrializados também mostraram forte desempenho, com avanço de 5,9% em valor, alcançando R$ 5,4 bilhões. O volume de vendas subiu 3,5%, de 257,5 milhões para 266,6 milhões de toneladas.

A categoria de biscoitos industrializados, que representa a maior fatia da cesta em faturamento, teve um aumento de 0,9%, totalizando R$ 10,8 bilhões. Porém, apresentou uma retração de 3,6% em volume, com 481,9 milhões de toneladas comercializadas, frente às 500,1 milhões apuradas em igual período de 2024.

Já as massas alimentícias mantiveram a estabilidade em valor, com R$ 1,9 bilhão no primeiro quadrimestre de 2025, mesmo montante de 2024. Em volume, a categoria teve uma leve queda de 0,7%, passando de 356,7 milhões para 354,2 milhões de toneladas.

De acordo com o chefe de Pequenas e Médias Empresas para a América Latina na NielsenIQ, Claudio Czarnobai, a variação entre crescimento de valor e retração de volume em algumas categorias revela um comportamento de consumo mais seletivo, em que o shopper prioriza itens com maior valor agregado, mesmo diante de ajustes de orçamento. “A performance positiva de categorias, como bolos e pães industrializados, reforça uma tendência de conveniência no consumo cotidiano, enquanto a estabilidade de massas e o recuo leve de biscoitos indicam um mercado mais maduro e sensível a preço. O cenário do primeiro quadrimestre de 2025 revela um consumidor mais atento, que equilibra praticidade, qualidade e custo-benefício na hora da compra”, explica.

Para o presidente-executivo da Abimapi, Claudio Zanão, os resultados do quadrimestre ilustram a complexidade e a maturidade da Cesta Abimapi. “Os números mostram um setor em movimento, com categorias em diferentes estágios de maturação e de comportamento de mercado. Enquanto algumas mantêm estabilidade ou registram leve retração em volume, conseguimos crescer em valor agregado — reflexo direto do esforço da indústria em investir em portfólio, diferenciação e gestão eficiente. Esse cenário reforça a importância de acompanhar os ciclos de cada categoria e manter estratégias específicas para garantir competitividade e relevância.”

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Eventos

ExpoSuper 2025: o maior evento de negócios de Santa Catarina

De Redação SuperHiper 26 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

A contagem regressiva para a ExpoSuper 2025 já começou. Em menos de 30 dias, o Expocentro Balneário Camboriú abrirá suas portas para receber o maior evento de negócios do setor supermercadista de Santa Catarina. De 16 a 18 de junho (segunda a quarta), a Feira irá reunir líderes do varejo, fornecedores, especialistas e empresários de todo o país em uma programação de palestras, workshops, painéis e experiências imersivas.

Com mais de 500 marcas expositoras e expectativa de receber mais de 25 mil visitantes, a ExpoSuper é uma oportunidade estratégica para empresas que buscam ampliar conexões, explorar novas oportunidades e acompanhar em primeira mão as principais tendências do mercado. Além da área de exposição, a programação inclui conteúdos que abordam inovação, gestão, tecnologia e liderança, promovendo discussões sobre o futuro do varejo alimentar.

“Chegar à 36ª edição da ExpoSuper é motivo de orgulho para todos que fazem parte desse setor. O evento é um espaço de transformação e conexão, onde ideias se tornam oportunidades e parcerias se fortalecem a cada ano. Estamos prontos para mais uma edição histórica”, destaca o presidente da Acats, Alexandre Simioni.

Entre os palestrantes confirmados para a 36ª edição estão Caio Coppolla, Comentarista Político da CNN Brasil; Bia Bottesi, Diretora de Marketing da Meta no Brasil; Erich Shibata, Diretor de Branding da Cimed; Fábio Neto, Diretor de Estratégia da StartSe; Clóvis de Barros Filho, Filósofo e Autor; e Rony Meisler, Fundador da Reserva.

Outro destaque da edição é o Prêmio Expositor ExpoSuper by POPAI, que reconhecerá as melhores soluções em design, inovação e experiência nos estandes da feira. As inscrições para o prêmio estão abertas até 9 de junho, com troféus exclusivos para os vencedores.

Inscrições abertas

As inscrições para a ExpoSuper 2025 são gratuitas para profissionais do setor de varejo alimentar. Já para fornecedores associados, o custo é de R$ 150,00, e para fornecedores não associados, R$ 300,00. Garanta sua vaga no site oficial.

Patrocinadores ExpoSuper 2025

Em 2025, a ExpoSuper conta com o patrocínio Diamante de Marquespan. Na categoria Ouro, patrocínios de Coca-Cola FEMSA Brasil, Heineken, Lactalis e Engie. Banco Senff, Condor, Girando Sol e Porto Faria são patrocinadores Bronze. O jantar de boas-vindas será patrocinado por BRF, Itaú BBA, Aquafast, Roseflor Alimentos e GS1 Brasil.

A 36ª edição da Feira conta ainda com Apoio de Mídia de NDTV Record, SCC SBT, TVBV, do Grupo Soma na Comunicação Visual e Apoio Institucional da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina, Abras, Fecomércio SC, SESC Mesa Brasil, Sebrae e Abrasel.

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Internacional

Supermercado de Portugal passa a receber “Pix do Brasil” como forma de pagamento

De Redação SuperHiper 26 de maio de 2025
Escrito por Redação SuperHiper

O Continente Supermercados acaba de adotar nova forma de pagamentos em seis de suas lojas no norte de Portugal. Exclusivo para clientes com conta bancária brasileira, agora é possível utilizar “Pix do Brasil” na aquisição de produtos disponíveis na rede.

Segundo a empresa portuguesa, a opção já está disponível desde o mês de janeiro deste ano para brasileiros que vivem naquele País. Tal modalidade é fruto de uma parceria entre a UNICRE (instituição financeira de crédito portuguesa) e o Braza Bank (banco de câmbio do Brasil, com operações em Portugal).

As lojas interessadas nessa forma de pagamento devem ter uma conta em banco, plataforma ou fintech que tenha aderido ao PIX. Depois, basta definir uma chave (como o número do celular ou o endereço de e-mail) e pedir autorização do Banco Central de Portugal.

Fonte: G1

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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