O GPA inicia uma nova fase de crescimento e avança em um novo ciclo de transformação do seu negócio. Com a estrutura financeira equacionada após a homologação de seu plano de recuperação extrajudicial na última quarta-feira, 07, a companhia volta seu foco para o futuro. As frentes prioritárias que guiam esta nova etapa já estão em marcha: a simplificação da operação, a revisão do portfólio de lojas e sortimentos, o avanço acelerado da regionalização e a busca contínua por maior eficiência e geração de caixa.
Para dar tração a essa agenda estratégica, a homologação garantiu uma estrutura de capital alinhada à capacidade de investimento da empresa. O equacionamento de R$ 4,568 bilhões em créditos traz impactos imediatos para a sustentabilidade do negócio: a dívida líquida foi reduzida de R$ 3,6 bilhões para R$ 1,2 bilhão, o prazo médio de endividamento foi alongado de 2,1 para 6,4 anos e os vencimentos até 2028 caíram de R$ 5,2 bilhões para R$ 400 milhões. Adicionalmente, a emissão de novas debêntures e a captação de R$ 200 milhões injetam liquidez, reduzindo pressões de curto prazo e liberando recursos para a operação.
“A homologação conclui uma etapa importante para o GPA. Fizemos esse processo buscando preservar a operação, nossos clientes e o relacionamento com fornecedores. Agora, seguimos avançando na execução das mudanças que já estão em andamento para construir um negócio cada vez mais eficiente e preparado para crescer”, afirma o CEO do GPA, Alexandre Santoro.
Na prática, o novo ciclo acelera iniciativas que colocam o cliente no centro das decisões. A regionalização é um dos principais motores desse movimento. Com o trabalho de um profissional dedicado no Rio de Janeiro, a estratégia de regionalização ganha terreno no Nordeste, permitindo ao GPA adaptar sortimentos e estreitar laços com parceiros locais. A meta é levar esse modelo a outras praças, garantindo que as prateleiras de cada loja conversem diretamente com os hábitos de consumo de sua vizinhança.
“Estamos acelerando as mudanças e, agora, nosso foco é aprimorar a execução das ações operacionais que já estão em andamento”, reforça Santoro.
Sob essa mesma diretriz, a companhia revisa estruturas e processos para direcionar recursos às iniciativas com maior potencial de geração de valor. Esse trabalho envolve a evolução do posicionamento das diferentes bandeiras, com adequações de lojas, sortimentos e estratégias comerciais de acordo com as características de cada mercado. Paralelamente, a malha logística e a estrutura de custos passam por iniciativas de simplificação, contribuindo para uma operação mais eficiente e rentável.
As operações do GPA seguem normalmente, assim como o relacionamento com fornecedores, clientes e demais parceiros que não integram a recuperação extrajudicial. Com a conclusão dessa etapa, a companhia segue executando seu plano de transformação, com foco em eficiência, geração de caixa e em uma operação cada vez mais próxima de seus clientes e das características de cada mercado.



