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quarta-feira, abril 8, 2026
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Lojas

OXXO estreia lojas em metrôs e terminais de ônibus de SP

De Redação SuperHiper 8 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O OXXO, rede de mercados de proximidade, dá mais um passo em sua estratégia de expansão ao inaugurar suas primeiras lojas em estações de metrô e terminais de ônibus em São Paulo. As unidades estão localizadas nos terminais Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Vila Ré e Penha, além da estação Mendes Vila Natal, ampliando a presença da marca em pontos estratégicos da cidade e reforçando seu compromisso com o dia a dia do consumidor.

Posicionamento

Ao ocupar espaços de grande circulação, a rede consolida seu posicionamento como varejo de proximidade, conectado à funcionalidade urbana. A presença nos principais fluxos da cidade permite oferecer soluções práticas para os passageiros, tornando cada visita mais ágil e conveniente.

O conceito da marca, “OXXO te salva”, segue padrões consolidados em mercados internacionais, como Europa e Chile. No Brasil, o modelo foi adaptado para priorizar consumo imediato, conveniência e atratividade da oferta, especialmente em ocasiões como café da manhã ou pequenas pausas durante o dia.

Mix das lojas

Os produtos são pensados para quem passa pelo metrô diariamente, oferecendo praticidade e qualidade. A rede também destaca a marca exclusiva de bebidas quentes, Andatti, reforçando o conceito de “café em movimento”. Além disso, o portfólio das novas lojas prioriza opções de food service, combos, snacks, bebidas e alimentos prontos. Os combos, em especial, simplificam a decisão de compra e otimizam o tempo dentro da loja, oferecendo soluções completas de forma rápida.

Para a diretora de Expansão do OXXO, Rebeca Diaz, a iniciativa reflete o ritmo constante de crescimento da rede em São Paulo. “A entrada no metrô complementa nossa estratégia de capilaridade, ampliando os pontos de contato com o cliente ao longo do dia. Queremos estar onde nossos consumidores estão, oferecendo formatos de loja cada vez mais aderentes à dinâmica da cidade. Com isso, atendemos momentos-chave da jornada do consumidor, do café antes do trabalho a um lanche rápido entre compromissos ou uma bebida no trajeto de volta para casa.”

A chegada do OXXO também se alinha à estratégia da RZK Concessões, responsável pelos terminais Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Vila Ré e Penha. “Nossa estratégia prioriza a qualificação do mix de lojas e serviços, a profissionalização das operações e, principalmente, facilitar a vida do cliente. Acreditamos que os terminais podem ir além de pontos de passagem e se tornar espaços de conveniência, onde as pessoas resolvem o dia a dia durante o deslocamento. A chegada do OXXO reforça essa tendência e contribui para uma rotina mais prática e fluida para os passageiros”, detalha a CEO da empresa, Danielle Claro.

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Negócios

Sua marca é relevante no varejo alimentar?

De Redação SuperHiper 8 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Por Giseli Cabrini

Responda rápido: sua presença é relevante no varejo alimentar em 2026? Em um mundo digital dominado por algoritmos e redes sociais, visualizações não bastam. É preciso combinar engajamento e volume de conteúdo para conquistar o principal ativo de qualquer negócio: a atenção dos consumidores.

O insight é da Winnin uma plataforma de inteligência cultural que desenvolveu uma métrica própria a fim de mensurar a relevância das marcas. Trata-se do “share of attention” que transforma comportamento real em inteligência de mercado.

Construída a partir de bilhões de dados coletados diariamente e com o apoio de inteligência artificial (IA), a metodologia analisa o consumo de vídeo em escala global, por plataforma, contexto e categoria a fim de identificar quais marcas realmente conquistaram espaço. Isso ajuda as empresas a entenderem os comportamentos dos consumidores a partir da identificação de tendências e temas de alto engajamento e, a partir disso, a criarem estratégias de marketing e de conteúdo mais eficazes.

É preciso ser visto, lembrado e compartilhado

Em resumo, esse sistema proprietário de inteligência cultural combina múltiplas camadas de atenção: onde ela acontece, o que gera reação e o que sustenta relevância ao longo do tempo. Para a Winnin, nesse novo mercado da atenção, não vence quem fala mais, e, sim, quem é visto, lembrado e compartilhado.

“O share de investimento, que é a métrica tradicional, não tem mais nada a ver com a relevância real da marca. Atualmente, a jornada de compra passa inevitavelmente por vídeo. É uma nova lógica que combina ‘social first/video first/ attention first’. A partir de vídeos públicos, nós conseguimos mapear e identificar o que realmente as pessoas querem e fazem, e não aquilo que elas dizem. Ou seja, comportamentos ainda não identificados”, detalha o CEO da Winnin, Gian Martinez. E acrescenta. “Nossos cálculos levam em consideração a emoção que cada vídeo desperta: positiva ou negativa. Isso é ponderado por plataforma, contexto, categoria e país.”

Essa métrica incorpora visualizações, engajamento e volume de conteúdo. “As views são importantes, mas insuficientes porque têm muita influência da mídia paga. Quando pensamos em relevância, de fato, o engajamento ganha protagonismo. No caso do volume de conteúdo ele está relacionado àquilo que circula dentro das comunidades.” Dessa forma, a análise abrange não apenas o que a empresa produz (owned), mas também o chamado conteúdo pago (paid), especialmente realizado por influenciadores, e o mais importante: o material criado pelos próprios usuários (earned/UGC) em cada plataforma.

Inteligência cultural

Para o executivo, o mundo corporativo vive uma nova fase: a da inteligência cultural. “Marcas que não produzirem seus conteúdos vão competir em desvantagem com criadores que se tornaram marcas. A lógica é outra. Muitas vezes, em algumas categorias e para determinados nichos, empresas menores são muito mais relevantes do que as líderes.”

Segundo Martinez, entender esse comportamento é fundamental para o varejo alimentar, não apenas para as redes enquanto players, mas também para selecionar quais produtos estarão nas gôndolas e, consequentemente, nos carrinhos. “Cada vez mais, as pessoas escolhem produtos que descobrem na internet. Um supermercado que compreende esse fenômeno e identifica quais itens têm mais destaque nesse universo, disponibilizando-os em seu portfólio, tende a ser mais percebido pelo público. O share de atenção ajuda a trazer clareza nessa jornada de compra e aproxima o empresário do varejo alimentar desse ambiente digital, impactando positivamente o fluxo nas lojas físicas.”

E acrescenta: “No Brasil, o que acontece nas redes sociais é altamente representativo do que realmente importa para as pessoas no dia a dia, e isso influencia diretamente suas escolhas de consumo. É o que chamamos de economia da atenção.” Entre os clientes da Winnin que fazem parte do dia a dia do varejo alimentar estão empresas como Unilever, Diageo, Coca-Cola, L’Oréal, Mondelēz e Kimberley Clark.

Dicas finais

Para finalizar, Martinez dá algumas dicas para varejistas que desejam se destacar de fato. “Mensure seu share de atenção em relação aos concorrentes para identificar os principais pontos de melhoria. Descubra quais comunidades nas redes você quer impactar para impulsionar seu negócio. As empresas que lideram hoje o share de atenção são aquelas que se conectam com múltiplas audiências. Cada comunidade possui interesses, influenciadores, plataformas e calendários promocionais próprios. Com isso, é possível tomar decisões estratégicas mais precisas e direcionar o trabalho criativo das agências de marketing. No final, você consegue avaliar se as ações estão realmente funcionando.”

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Consumidor

Páscoa 2026: pet e supermercado estão entre destaques

De Redação SuperHiper 8 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O feriado da Páscoa movimentou o comércio nacional e resultou em um crescimento de 15,7% nas vendas de produtos e serviços durante o período de 3 a 5 de abril, segundo dados do Itaú Unibanco. Os números consideram as vendas realizadas via adquirência, pelas “laranjinhas” (cartões de débito e crédito), Pix QR Code e Pix Transferência, feitas de pessoa física (PF) para  jurídica (PJ), tanto no e-commerce quanto presencialmente, na comparação com o intervalo do ano passado (18 a 20 de abril).

Entre os setores beneficiados estão agências de viagem, com alta de 47,7%, lojas de departamento e variedades, que alcançou aumento de 37,6%, passagens aéreas, que registrou acréscimo de 28%, artigos e alimentos para animais, que contou com reforço de 25,3%. Supermercados, cinemas e doces também registraram evolução em relação ao ano anterior, marcando 18,4%, 17% e 11,6%, respectivamente.

O Estado de São Paulo também registrou crescimento no período, com alta de 15,3%. Entre os segmentos que se saíram melhores estão artigos e alimentos para animais, com alta de 42,6%, agências de viagem, que alcançou aumento de 36,7%, artigos esportivos, que registrou acréscimo de 27,5%, e passagens aéreas, que contou com reforço de 27,4%. Vendas de óculos, doces e eletrodomésticos também registraram evolução em relação ao ano anterior, marcando 22,2%, 21% e 14,4%, respectivamente.

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Internacional

Quase 40% dos americanos boicotam marcas

De Redação SuperHiper 8 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Renato Müller

Em um ano de eleições no mercado americano, e com a aprovação do presidente Trump em níveis mínimos históricos, grande parte dos consumidores tem dado um recado às empresas que financiam as campanhas políticas. De acordo com o estudo 2026 Visions Report, da Numerator, 38% dos americanos boicotaram pelo menos um produto, marca ou loja no ano passado.

Além disso, 48% dos entrevistados dizem que deixariam de comprar de uma empresa que tomasse posições políticas ou sociais consideradas incompatíveis com seus valores, uma alta de dois pontos percentuais em relação ao estudo do ano passado.

Um bom exemplo de como a política pode interferir no comportamento dos clientes aconteceu com a Target. Depois que a empresa anunciou, no início de 2025, que estava voltando atrás em seus programas de diversidade, igualdade e inclusão, o fluxo de clientes caiu 16% (10,9 milhões de visitas a menos), especialmente entre os clientes afro-americanos. Essa queda respondeu por quase 40% da redução das vendas da varejista no terceiro trimestre do ano fiscal 2025.

Os dados mais recentes da Numerator não têm demonstrado sinais de recuperação para a rede, sugerindo que mudanças feitas em períodos de protesto podem se transformar no “novo normal”. “O varejo está sendo moldado menos pela conveniência e mais por fatores como valores, identidade e comportamento digital”, afirma o relatório, que conclui que posições políticas e sociais ainda carregam consequências comerciais mensuráveis.

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Negócios

Minimercados autônomos faturam até 15% mais que varejo tradicional durante feriados

De Redação SuperHiper 7 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O calendário de 2026 deve impulsionar o consumo de conveniência no Brasil. Com dez feriados nacionais (sendo nove deles em dias úteis), o ano abre espaço para uma sequência de feriados prolongados, concentrados principalmente em segundas e sextas-feiras. Soma-se a isso a realização da Copa do Mundo, que altera a dinâmica do varejo, impactando horários, fluxo de clientes e ocasiões de consumo.

Os minimercados autônomos instalados em condomínios residenciais e espaços corporativos têm ganhado destaque nestas temporadas. Ao contrário do varejo tradicional, que muitas vezes reduz horário ou fecha durante feriados, as operações continuam a funcionar 24 horas por dia, e capturam uma demanda crescente por conveniência imediata.

Um levantamento da InHouse Market, líder em mercados autônomos 24h no Brasil com mais de 1.800 lojas inauguradas, mostra que feriados podem elevar o faturamento dessas unidades em até 15%, na comparação com dias equivalentes sem datas comemorativas. O crescimento está diretamente ligado à mudança de comportamento do consumidor, que passa mais tempo em casa e prioriza soluções rápidas, próximas e sem fricção.

“Os feriados têm se consolidado como momentos de consumo mais doméstico e menos planejado. Um almoço em família, encontro entre amigos ou até para acompanhar eventos como jogos, a necessidade surge ali, no momento”, afirma Leonardo de Ana, cofundador e Co-CEO da InHouse Market.

Segundo Leonardo, o principal diferencial está na conveniência extrema: “Você está em casa, curtindo com a família, vendo um jogo de futebol ou celebrando um aniversário e quer comer ou beber algo diferente. O mercadinho autônomo do condomínio te entrega comodidade e facilidade. Em vez de pegar o carro e sair, é somente descer o elevador, comprar o que precisa e voltar para casa, sem perder o seu momento de descanso ou diversão”.

Avanço dos minimercados autônomos no Brasil

O avanço dos minimercados já é crescente no país e reflete uma transformação mais ampla no varejo alimentar. Segundos dados desenvolvidos para a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), mostram que o segmento cresceu 5,3% em faturamento em 2025, acima da média do varejo alimentar geral, que registrou 4,1% no mesmo período.

A tendência indica uma migração gradual para formatos mais enxutos, próximos e orientados à conveniência, especialmente em grandes centros urbanos, onde tempo e deslocamento são fatores críticos. “O consumidor está disposto a pagar mais por mais comodidade, é só olhar os dados: mesmo com menos vendas, os mercadinhos conseguiram superar o faturamento de outros segmentos por causa do preço. O cliente vê uma troca justa e gera valor”, analisa Leonardo.

Copa do Mundo deve reforçar consumo de última hora

Outro fator relevante em 2026 é a Copa do Mundo, que tradicionalmente impacta o varejo de forma significativa. Jogos em horários comerciais tendem a reduzir o fluxo em lojas físicas e aumentar o consumo em casa, favorecendo compras de última hora, especialmente de bebidas, snacks e itens prontos para consumo.

O executivo explica que neste contexto, a disponibilidade contínua dos minimercados autônomos se torna uma vantagem competitiva clara. Fatores como estar atento à sazonalidade, ter suporte tecnológico robusto e oferta de produtos alinhados com a demanda local podem ajudar pequenos e médios empreendedores do setor a crescer na temporada.

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Consumidor

GLP-1 impacta consumo: 9 em cada 10 lares reduzem compras

De Redação SuperHiper 7 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O avanço do uso de canetas emagrecedoras no Brasil já começa a provocar mudanças concretas na forma como as famílias consomem alimentos e organizam suas rotinas de compra. Pesquisa nacional realizada pelo Instituto Locomotiva mostra que 95% dos domicílios em que há usuários desses medicamentos registraram redução no consumo de pelo menos uma categoria de alimentos ou bebidas, indicando que o fenômeno, inicialmente associado ao debate médico e à perda de peso, começa a produzir efeitos mais amplos no comportamento de consumo das famílias brasileiras.

Para setores como supermercados, atacarejo, restaurantes e indústria de alimentos, os resultados indicam um movimento de adaptação nos padrões de consumo das famílias, com mudanças na frequência de compra de diferentes categorias e na forma como as pessoas organizam sua alimentação no dia a dia.

Menos açúcar, gordura e carboidratos

A redução no consumo aparece distribuída por diferentes itens da alimentação cotidiana. Entre os domicílios em que houve diminuição no consumo de alimentos ou bebidas, as categorias que mais registraram queda foram doces, snacks e salgadinhos (70%), bebidas açucaradas (50%), massas e outros carboidratos (47%), bebidas alcoólicas (45%) e alimentos ultraprocessados (42%).

Mais proteínas e perecíveis

Ao mesmo tempo, também aparecem sinais de reorganização do consumo em direção a outros tipos de alimentos. Em cerca de 4 em cada 10 domicílios, houve aumento no consumo de pelo menos uma categoria, com destaque para proteínas magras (30%), frutas e vegetais (26%), alimentos integrais (25%) e água ou chás sem açúcar (22%).

A percepção social sobre esse movimento também é elevada. Entre os brasileiros que conhecem as canetas emagrecedoras, 93% acreditam que esses medicamentos estão mudando a forma como as pessoas se alimentam no dia a dia, sendo que 40% avaliam que essa mudança é intensa.

Para o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, os dados indicam que o fenômeno das canetas emagrecedoras começa a produzir efeitos que vão além da experiência individual de quem utiliza o medicamento. “O que os dados revelam é que o fenômeno tem uma segunda camada. Além da aprovação de quem usa, existe uma mudança concreta no padrão de consumo. Redução de ultraprocessados, menos bebidas açucaradas, menos conveniência e, em alguns casos, queda de gasto. Isso significa que a discussão não é só sobre um medicamento, é sobre comportamento. Se o acesso ampliar, o mercado precisa se preparar para um consumidor que compra diferente. E, como sempre, quem entende primeiro essa mudança consegue responder melhor, seja na indústria, no varejo ou nas políticas públicas.”

Impactos dentro e fora do lar

As mudanças também aparecem na forma como as famílias organizam suas refeições fora de casa. Entre os domicílios em que há uso das canetas emagrecedoras, 47% registraram diminuição na frequência de ida a restaurantes, enquanto 56% apontam redução nos pedidos de delivery e fast food. Um dos fatores que ajudam a explicar essas mudanças é a diminuição do apetite associada ao uso do medicamento. Em 8 de cada 10 domicílios onde há moradores que utilizam as canetas, os entrevistados relatam ter percebido redução do apetite após o início do uso.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Locomotiva entre 3 e 9 de fevereiro de 2026, com 1.004 entrevistados em todo o país, por meio de questionário digital de autopreenchimento. A amostra foi ponderada por região, gênero, idade e renda, de acordo com o perfil da população brasileira medido pela PNAD/IBGE.

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Lojas

Economart chega a Araxá com investimento de R$ 60 milhões

De Redação SuperHiper 7 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

A cidade de Araxá (MG) foi escolhida pela rede mineira de atacarejo Economart para a abertura de uma loja que receberá investimentos de aproximadamente R$ 60 milhões. O empreendimento marcará a estreia da operação do grupo no município. A expectativa é que a inauguração aconteça no segundo semestre deste ano.

A viabilização do investimento teve o apoio da Prefeitura de Araxá, dentro de uma estratégia voltada ao fortalecimento da economia local e à atração de novos negócios. Segundo o órgão público municipal, a abertura do estabelecimento deverá gerar aproximadamente 240 empregos diretos na região.

No dia 24 de março, representantes do município e da varejista realizaram uma reunião em Belo Horizonte, capital mineira, para discutir os detalhes do projeto. Ao longo da conversa, foram discutidos alguns assuntos como os impactos econômicos da instalação da rede, com destaque para a geração de empregos e o fortalecimento da economia local.

De acordo com o prefeito de Araxá, Robson Magela (Cidadania), a chegada de novos investimentos reforça o potencial econômico do município mineiro. “É muito importante que novas empresas invistam em Araxá. Temos um potencial econômico muito forte e estamos em uma localização estratégica, o que atrai novos empreendimentos e gera mais oportunidades para a nossa população”, destacou.

Fontes: Prefeitura de Araxá e Diário do Comércio

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Negócios

Rede Molini’s: expansão, tradição e foco no regional

De Redação SuperHiper 7 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

A rede Molini’s tem como estratégia combinar tradição com visão de futuro, bem como a valorização da sua regionalidade, isto é, do vínculo com as comunidades nas quais está inserida. Com 11 lojas e uma padaria, e presente nas cidades paranaenses de Jacarezinho, Santo Antônio da Platina, Bandeirantes e Cornélio Procópio, o grupo confirma que pretende se expandir por meio da abertura de novas unidades e de reformas dos pontos já existentes. Outro trunfo da varejista está no seu capital humano. Atualmente, ela gera mais de 700 empregos diretos.

As informações são da CEO da empresa, Ana Carla Molini. “Vamos continuar investindo na abertura de novas lojas e na modernização das unidades existentes, sempre com crescimento sustentável”, projeta. O desenvolvimento de pessoas é prioridade. “Estamos formando novos gestores internamente, com o DNA Molini’s, porque acreditamos que equipes preparadas e engajadas são fundamentais para a experiência do cliente.”

Em relação às novas lideranças, Ana deixa uma mensagem direta. “O ambiente importa. Cerque-se de pessoas que promovam evolução, invista em conhecimento e acredite na sua capacidade de aprender e decidir.” Para ela, o sucesso no varejo passa pela constância. “É a visão de longo prazo, aliada à perseverança, que constrói resultados sustentáveis no setor supermercadista.”

O posicionamento da empresa é claro. “Nosso maior patrimônio é a credibilidade construída ao longo dos anos com ética, responsabilidade e transparência”, afirma a executiva. O diferencial está na preservação da cultura familiar. “Fazemos questão de manter a essência Molini’s, o acolhimento, os vínculos com colaboradores, clientes, fornecedores e com a comunidade.”

Norte Pioneiro

A empresa também assume um papel ativo no desenvolvimento regional. “Não queremos ser apenas um supermercado. Nosso propósito é impactar positivamente o meio em que atuamos e abrir espaço para pequenos produtores e indústrias do Norte Pioneiro.”

Localizada na divisa com São Paulo, a região do Norte Pioneiro do Paraná é uma das 15 regiões turísticas do Estado do sul. Historicamente marcada pelo cultivo de café, a região destaca-se hoje pelo turismo: religioso, cultural, de aventura e rural.

Trajetória

Ana Carla carrega o varejo no sangue. Parte da segunda geração de uma família de comerciantes, ela cresceu entre balcões e corredores. “Quando nasci, meus pais já atuavam no ramo da panificação. Eu praticamente cresci dentro da padaria”, relembra. Aos 9 anos, viu o pai abrir o primeiro supermercado da família e, na adolescência, iniciou sua própria trajetória no negócio. “Foi ali que aprendi a amar o varejo, o contato com as pessoas e a dinâmica do comércio.”

Formada em Direito, Ana nunca se afastou do setor. Ao concluir a graduação, atendeu ao convite do pai, José Carlos Molini, para atuar diretamente na expansão da empresa. Um marco desse período foi a abertura da loja em Santo Antônio da Platina, a quarta da rede. “Esse passo marcou um novo ciclo para a empresa e também para a minha atuação profissional”, afirma. Durante quase duas décadas, trabalhou ao lado do pai, a quem define como seu grande mentor. Com o falecimento dele, em 2021, a sucessão se tornou realidade. “Assumi a condução dos negócios aplicando tudo o que aprendi ao longo da vida no varejo, com foco em profissionalização, inovação e crescimento sustentável.”

Associativismo

Além de estar à frente da rede, Ana é vice-presidente da Apras Regional Norte Pioneiro e tem como principal bandeira a defesa do associativismo. “Ele traz conhecimento, inovação, representatividade e prepara os supermercadistas para crescer de forma sustentável.”

Fonte: Apras

7 de abril de 2026 0 Comentários
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Lançamentos

Casa Flora lança Frizz & Fruity, da Santa Carolina

De Redação SuperHiper 7 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Em um momento em que o consumidor busca experiências mais leves, descomplicadas e versáteis, a Casa Flora Importadora apresenta ao mercado brasileiro a linha Frizz & Fruity, da tradicional vinícola chilena Santa Carolina.

Mais do que um lançamento, a novidade sinaliza uma mudança clara no comportamento de consumo: vinhos com menor teor alcoólico, perfil aromático e múltiplas ocasiões de uso — do consumo casual à coquetelaria.

Produzida no Vale Central do Chile, a linha chega com três variações — Pêssego Branco, Morango Rosé e Amora — todas com 5% de teor alcoólico, leve gaseificação e perfil marcadamente frutado. A proposta é direta: oferecer uma bebida refrescante, acessível e contemporânea, capaz de dialogar com novos públicos sem perder o lastro de qualidade.

Cada rótulo traduz essa proposta de forma particular.

O Frizz & Fruity Pêssego Branco apresenta coloração amarelo palha claro, com aromas frutados e notas naturais de pêssego. Em boca, é leve, refrescante, com dulçor equilibrado e sutil efervescência — ideal para acompanhar cozinha japonesa, peixes brancos, frango e saladas.

Já o Frizz & Fruity Morango Rosé, de tonalidade rosada delicada, traz aromas leves de morango e perfil extremamente refrescante. Sua versatilidade permite harmonizações com frutos do mar, saladas e pratos leves, além de funcionar com facilidade em propostas de coquetelaria.

Na versão Frizz & Fruity Amora, o destaque está na cor mais intensa e no perfil mais marcante da fruta. Doce na medida e levemente gaseificado, é uma opção que se conecta bem com momentos descontraídos e combina com pratos leves e ocasiões informais.

Esse posicionamento acompanha uma tendência global. O crescimento de bebidas leves e aromatizadas à base de vinho já é consolidado em mercados internacionais e ganha força no Brasil, impulsionado por consumidores que priorizam praticidade, frescor e novas formas de socialização.

Nesse cenário, Frizz & Fruity se insere como uma categoria estratégica para o varejo. Além de ampliar o portfólio, a linha atua como porta de entrada para novos consumidores — especialmente aqueles que ainda não têm familiaridade com vinhos tradicionais. Ao mesmo tempo, abre espaço para novas ocasiões de consumo, seja em momentos informais, encontros ao ar livre ou como base para drinks.

Do ponto de vista comercial, trata-se de um produto com alto potencial de giro. Sua versatilidade permite exposição tanto na seção de vinhos quanto em áreas de conveniência e bebidas refrescantes, além de facilitar ações de cross-selling com queijos leves, snacks e itens para coquetelaria.

A experiência sensorial reforça esse posicionamento: são vinhos leves, doces na medida certa, com aromas naturais de frutas e final refrescante — características que ampliam a aceitação e tornam o consumo mais intuitivo.

Por trás da inovação, está a solidez da Santa Carolina, fundada em 1875 e reconhecida internacionalmente por sua trajetória de excelência. Eleita “Melhor Vinícola do Novo Mundo” pela Wine Enthusiast, a marca agora traduz seu legado em uma linguagem contemporânea, conectada aos novos hábitos do consumidor.

“Frizz & Fruity representa uma evolução natural do consumo. São vinhos pensados para momentos mais leves, mais informais, que ampliam o acesso e criam novas ocasiões dentro do varejo”, destaca a gerência de categoria da Casa Flora.

Com forte apelo visual, perfil descomplicado e aderência às tendências atuais, Frizz & Fruity se posiciona como uma oportunidade clara para o trade: uma categoria em expansão, com capacidade de atrair novos públicos e impulsionar vendas em diferentes momentos do ano — especialmente em períodos de maior consumo, como primavera e verão.

Onde comprar

Loja Online – www.casaflora.com.br (entregas para todo o Brasil)
Loja física – Casa Flora Importadora – Rua Santa Rosa, 207–Brás, São Paulo/SP (Horários: segunda à sexta-feira, das 8 às 17 horas. Aos sábados das 8 às 13 horas)
Sua opinião é muito importante para nós! Marque: @casafloraimportadora @anagrama.eventos (para cliparmos).

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Negócios

Mercado pet cresce e supera alimentos básicos no varejo

De Redação SuperHiper 7 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

As prioridades de consumo na América Latina estão passando por uma transformação estrutural. Levantamento recente revela que a categoria de animais de estimação, agora classificada como parte da “família estendida”, apresenta um ritmo de crescimento superior ao de alimentos básicos na pirâmide de necessidades do consumidor.

Enquanto cestas tradicionais buscam estabilidade, o segmento de pet food aumentou em 30% sua representação no gasto total de bens de consumo massivo (FMCG). Esse movimento é impulsionado por uma mudança demográfica clara: lares formados por pessoas com mais de 65 anos e sem filhos são, hoje, os principais donos de pets, representando 16% do valor de mercado da categoria.

Digitalização

O canal digital tornou-se um dos grandes motores desse avanço. Nos últimos três anos, o e-commerce de comida para mascotes registrou um avanço expressivo de mais de 300% em valor e 60% em penetração na América Latina. Confira os destaques por países:

  • O Brasil em expansão: o mercado vive uma fase de expansão rápida, caracterizada pelo aumento constante de novos lares compradores e uma adoção crescente do canal digital para suprir as necessidades das mascotes.
  • O México e a maturidade: com um mercado altamente desenvolvido, o México viu o e-commerce acelerar 49,9% em 2025, representando 3,5% do valor total da cesta de pet food ao final do ano.
  • A Argentina e a eficiência: o consumidor argentino demonstra alta adoção do meio digital, porém com um foco maior em racionalidade, buscando eficiência e recorrência em suas compras.
    O “share of spend” (participação no gasto) de pet food cresceu 6% versus 2024, alcançando 4% do total do gasto de FMCG, um aumento 60% superior ao visto na cesta de produtos básicos (inclui a alimentação infantil, o cuidado do lar e a higiene e alimentação essencial), que avançou 4%.

Dessa forma, esse cenário consolida a tendência de que as mascotes não são mais vistas apenas como animais de companhia, mas como partes centrais da estrutura familiar, cujo bem-estar é priorizado mesmo em cenários econômicos complexos.

As análises acima têm como fonte dados da Worldpanel by Numerator responsável por decodifica o comportamento do comprador para moldar o futuro das principais marcas e varejistas do mundo.

Para saber mais sobre o tema, acesse o conteúdo do Overview do Mercado Pet ABRAS.
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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