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Novas mudanças no GPA

Companhia tem alterações na vice-presidência e diretoria, bem como contrata consultoria para colocar em ação plano de eficiência que prevê cortes de custos e investimentos

De Redação SuperHiper
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O Grupo Pão de Açúcar (GPA) vive momento de mais mudanças em sua cúpula. Numa única semana, a companhia elegeu seu novo diretor-presidente, Alexandre Santoro, e comunicou a saída do vice-presidente executivo financeiro e diretor de Relações com Investidores, Rafael Russowsky.

Outra novidade anunciada foi a contratação da consultoria estadunidense Alvarez & Marsal para apoiar a execução de um plano de eficiência, iniciado em novembro do ano passado, e que deve resultar em um corte de gastos superior a R$ 700 milhões.

Devido à saída de Russowsky, o Conselho de Administração elegeu Santoro para assumir, de forma interina, a vice-presidência de Finanças, função que será acumulada com a presidência da companhia. Também foi deliberado que Rodrigo Manso passa a ser o novo diretor de Relações com Investidores.

Além disso, Joaquim Alexandre Fernandes Sousa deixou a posição de diretor estatutário, mas permanece na rede como diretor-executivo comercial e de logística.

Conselho

Ainda nesta semana, os investidores Rafael Ferri e Hugo Fujisawa, donos de 3,2% das ações da companhia, solicitaram a realização de uma assembleia para eleger novos membros para as duas cadeiras que estão vagas no colegiado.

Vale lembrar que, em 23 de dezembro de 2023, Edison Ticle de Andrade de Melo e Souza Filho apresentou sua renúncia aos cargos de vice-presidente do Conselho de Administração e de coordenador do Comitê Financeiro da companhia. Também, em dezembro, Tufi Daher Filho apresentou sua renúncia ao cargo de membro efetivo e presidente do Conselho Fiscal. Dessa forma, a posição passou a ser ocupada por seu suplente, David Alegre.

Plano de eficiência

De acordo com comunicado divulgado na quarta-feira (7), a divisão de performance da Alvarez & Marsal dará suporte à execução de um plano de eficiência anunciado em novembro, que prevê uma redução relevante de custos, despesas e investimentos.

O programa projeta um corte mínimo de R$ 415 milhões em despesas operacionais, além de uma redução nos investimentos (capex), estimados entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões em 2026 — cerca de metade do volume investido nos 12 meses encerrados em setembro de 2025.

Fontes: Área de RI do GPA e InvestNews

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