O Assaí Atacadista deu mais um passo em sua agenda ambiental ao anunciar a meta de alcançar aterro zero até 2035. A iniciativa integra a estratégia de sustentabilidade e mudanças climáticas da Companhia, alinhada à ciência e ao Acordo de Paris, e reforça o compromisso da rede com a economia circular, a redução do desperdício e a gestão eficiente de resíduos.
Com 312 lojas e 12 centros de distribuição, presentes em 24 estados mais o Distrito Federal, além de sua sede administrativa em São Paulo, o atacadista gera e manipula diferentes tipos de materiais como papelão, plástico, vidro, metal, além de resíduos orgânicos provenientes de frutas, legumes e verduras, farináceos, óleo de cozinha e quebras de ração para pets. Assim, por meio de diversas iniciativas dentro de sua operação e, ainda, ações de incentivo aos clientes, como reciclagem, compostagem e doações, busca garantir que esses materiais sejam reaproveitados, reciclados, doados e/ou tratados de forma sustentável, reduzindo progressivamente o envio a aterros sanitários.
Para o gerente de sustentabilidade e investimento social do Assaí, Fábio Lavezo, a nova meta representa um avanço importante na maturidade ambiental da empresa. “Atingir aterro zero até 2035 demonstra nosso esforço contínuo por uma operação mais sustentável e eficiente. Mais do que reduzir resíduos, queremos transformar toda a nossa cadeia em um ciclo no qual nada é desperdiçado”, afirma.
Operação eficiente e sustentável
Atualmente, o Assaí já reaproveita 45,5% dos resíduos gerados em sua operação. O avanço é resultado de um conjunto de iniciativas estruturadas que atuam em diferentes frentes da gestão de resíduos e que, em conjunto, apoiam a transição para um modelo mais circular.
Entre elas, destaca-se o Destino Certo, programa de combate ao desperdício de alimentos presente em 300 lojas. Em 2024, o projeto doou quase 2 mil toneladas de frutas, legumes e verduras sem valor comercial, mas em perfeitas condições de consumo, para organizações sociais em todo o país. A ação evitou o descarte em aterros e a emissão de 1.331,68 tCO₂e de gases de efeito estufa.
Outra frente é a compostagem dos resíduos orgânicos. Até agosto deste ano, já foram enviadas 6.297 toneladas de resíduos orgânicos para compostagem e 92 lojas participaram dessa iniciativa ao longo do ano.
O Assaí também reforça as ações de reciclagem e reinserção de materiais na cadeia produtiva, destinando resíduos das operações a recicladores. A empresa incentiva o consumo consciente com a oferta de caixas de papelão reutilizáveis e sacolas retornáveis, além de manter mais de 600 pontos de entrega voluntária (PEVs) para arrecadação de pilhas, lâmpadas, embalagens, papelão, plásticos, vidro, metal e óleo vegetal em todo o país. Alguns PEVs ainda oferecem recompensas, como recargas de celular, saldo em bilhetes de transporte, crédito em plataformas de delivery e descontos na conta de energia.
Os benefícios da meta de aterro zero vão além da operação, o compromisso também responde a um desafio ambiental crescente no Brasil e no mundo. Os aterros sanitários são uma das principais fontes de emissão de metano, gás até 21 vezes mais potente que o CO₂ no curto prazo para o aquecimento global. Além disso, demandam grandes áreas, pressionam o uso do solo, geram riscos de contaminação do solo e da água e podem causar problemas relacionados a vetores, odores e impacto local nas comunidades.
Para Lavezo, o alcance da meta depende da integração entre programas e processos internos. “Contamos com iniciativas estruturadas, metas claras e ações que vão desde campanhas de redução de quebras até a destinação correta de frutas legumes e verduras, doação de rações para ONGs de proteção animal e a busca por alternativas de tratamento com menor impacto ambiental, ações que reforçam um ciclo mais eficiente e sustentável. Reduzir o envio de resíduos aos aterros é fundamental para frear a crise climática e avançar em modelos mais eficientes de economia circular”, destaca.
Com a definição da meta de aterro zero, o Assaí reafirma sua contribuição para uma economia mais circular e para o desenvolvimento de práticas responsáveis em toda a cadeia do varejo alimentar brasileiro.