O GPA – Grupo Pão de Açúcar – atingiu a meta de 50% de mulheres em cargos de liderança, compromisso estabelecido pela companhia para 2025 como parte de sua estratégia de diversidade, equidade e inclusão. O indicador considera posições de média e alta liderança, que incluem cargos de coordenação, chefia operacional, gerência e diretoria.
Agora, a empresa avança agora para um novo objetivo: conquistar a equidade de gêneros na alta liderança até 2030. Atualmente, as profissionais já representam 48% das posições de gerência e diretoria na companhia.
A meta de ampliar a presença feminina em cargos de gestão foi estabelecida pelo GPA em 2016. Desde então, a empresa passou a adotar uma estratégia estruturada, baseada em metas claras, acompanhamento de indicadores e programas voltados à atração, seleção e desenvolvimento de talentos femininos.
Entre as iniciativas implementadas está a adoção de práticas de recrutamento que garantem a presença de ao menos uma mulher nas etapas finais de seleção para posições de liderança, além de programas de desenvolvimento voltados à aceleração de carreira de colaboradoras em diferentes momentos da trajetória profissional.
“Alcançar essa meta representa um marco importante e reflete um trabalho consistente realizado ao longo dos últimos anos. A diversidade é um pilar estratégico da companhia e está presente na nossa cultura. Ampliar a presença de mulheres na liderança fortalece o processo decisório, amplia a pluralidade de perspectivas e contribui para a evolução do negócio”, afirma gerente de Sustentabilidade, Diversidade e Investimento Social do GPA, Renata Amaral.
Até o momento, mais de 2,7 mil colaboradoras já participaram de iniciativas de desenvolvimento e capacitação promovidas pela companhia. Desse total, quase 30% registraram evolução de carreira, com promoções ou movimentações para posições de maior responsabilidade.
Com o avanço da agenda de diversidade, o GPA busca agora consolidar a presença feminina também nos níveis mais altos da gestão. “Nosso compromisso é que a liderança represente de forma consistente a pluralidade da sociedade brasileira. O objetivo de alcançar 50% de mulheres na alta liderança até 2030 reforça a continuidade dessa agenda”, complementa Renata.